Claro, o festival
Ainda no clima do ótimo Tim Festival, já apareço com as primeiras viagens em relação ao próximo festival de bandas estrangeiras aqui no Brasil: o Claro que é Rock. Apesar de ser na Cidade do Rock, os shows prometem! A banda mais emocionante de todas, Flaming Lips, vai fazer muita gente chorar, pular, se emocionar e o escambau. O último álbum deles, Yoshimi Battles the Pink Robots , é uma obra-prima do rock dos últimos anos. Enquanto o novo disco não chega, a gente fica com o repertório dessa maravilha de cd. E vem filme (!) por aí também (isso me lembra os anos 60, Beatles, Monkees, Roberto Carlos e muitos artistas populares se arriscando na tela do cinema) que é uma viagem só, o que não é de se espantar.
Outra bandona é Stooges. Mas Stooges, eu não conheço nada de Stooges! Pois é, com Iggy Pop nos vocais já vale o ingresso, o cara deve ter uns 60 anos e esbanja jovialidade. Um Mick Jagger mais alternativo. As bandas brasileiras, Nação Zumbi e Cachorro Grande, são um belo atrativo nacional, com o rock mangue e o sessentista, respectivamente. Suicidal Tendencies e Nine Inch Nails não conheço, então não posso opinar, mas taí a dica para as próximas músicas a serem baixadas. Sonic Youth, já consagrada, apesar de não ter muito conhecimento (ouvi poucas músicas) respeito-a e é umas das atrações que pretendo observar melhor assistindo. Good Charlotte, meio que um peixe fora d'água, fecha a escalação. Me parece que eles só vieram para garantir uma maior quantidade de público, já que essa onda de emo faz tanto sucesso aqui no Brasil hoje. Já tô vendo as garrafinhas de água mineral se dirigindo ao palco.

Ficou faltando as bandas indepententes da primeira fase do festival. Moptop, ganhadora no Rio, cópia brazuca dos Strokes, mas agradável, além de outras de diferentes estados onde o festival passou na época dos shows do Placebo. Elas só vão tocar em São Paulo. Mas a verdade é que ninguém ia ligar por estarem esperando mesmo seus ídolos, assim como ocorreu no show do Placebo.
O festival promete, ninguém pode perder e, olhando de uma maneira geral para as bandas, a maioria tem alguma coisa a dizer. Espero não ser pisoteado.
Outra bandona é Stooges. Mas Stooges, eu não conheço nada de Stooges! Pois é, com Iggy Pop nos vocais já vale o ingresso, o cara deve ter uns 60 anos e esbanja jovialidade. Um Mick Jagger mais alternativo. As bandas brasileiras, Nação Zumbi e Cachorro Grande, são um belo atrativo nacional, com o rock mangue e o sessentista, respectivamente. Suicidal Tendencies e Nine Inch Nails não conheço, então não posso opinar, mas taí a dica para as próximas músicas a serem baixadas. Sonic Youth, já consagrada, apesar de não ter muito conhecimento (ouvi poucas músicas) respeito-a e é umas das atrações que pretendo observar melhor assistindo. Good Charlotte, meio que um peixe fora d'água, fecha a escalação. Me parece que eles só vieram para garantir uma maior quantidade de público, já que essa onda de emo faz tanto sucesso aqui no Brasil hoje. Já tô vendo as garrafinhas de água mineral se dirigindo ao palco.

Ficou faltando as bandas indepententes da primeira fase do festival. Moptop, ganhadora no Rio, cópia brazuca dos Strokes, mas agradável, além de outras de diferentes estados onde o festival passou na época dos shows do Placebo. Elas só vão tocar em São Paulo. Mas a verdade é que ninguém ia ligar por estarem esperando mesmo seus ídolos, assim como ocorreu no show do Placebo.
O festival promete, ninguém pode perder e, olhando de uma maneira geral para as bandas, a maioria tem alguma coisa a dizer. Espero não ser pisoteado.


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