terça-feira, janeiro 10, 2006

Doente na cama

Ano novo, doença nova. Aquelas viroses que nos atormentam no irverno também aparecem no verão e com força total. A dor na garganta, a tosse persistente, o cansaço. Todos e outros sintomas de um verdadeiro azarado que foi contemplado com tudo isso por um vírus inoportuno. O tal azarado é o que redige este texto. Bom, ou que pelo menos tenta, já que a cabeça balança como num barco em alto mar. O que a gente pensa que vai embora com um remediozinho de comercial, tipo Coristina, Resprin, Benegripe às vezes pode nos dar uma rasteira. E nesse meio tempo em que nos medicamos com rémedios poucos eficazes para gripes mais fortes a família toda entra na onda. É tosse por toda parte da casa e não há mais pra onde ir. Até o papagaio fica doente a essa altura. Tudo parece um ciclo sem fim. O irmão fica bom mas a mãe ainda está doente, mas aí o irmão pega de novo e passa para o pai, que passa para o outro filho e assim por diante. Aí complica. Temos que recorrer a santa biologia e suas teorias de evolução, na qual os vírus mais resistentes sobrevivem. E quanto mais resistentes mais complicado e chato se torna ficar doente. Quando se é criança é um barato ficar com febre. Cama quentinha, tv ligada, aula matada, comida na boca e toda aquela regalia de um paciente mimado pela mãe. Já adulto é diferente. Além de ser uma febre mais forte, nos força a adiar inúmeras coisas: ida a praia, ao cinema, ao cabeleireiro, aquele encontro com aquele(a) garoto(a), a pelada do prédio. Nós melhoramos e logo depois achamos que nada nos abaterá de novo. Olha o casaco que a mamãe pediu! Pronto, lá tá ele doente novamente e todo o ciclo se reinicia. Cama, tv ligada, 15:00 pm, Video Show mostrando os bastidores de Malhação. Pelo menos antigamente tinha o Programa Livre...


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