Composições vitalícias
Uma música pode te lembrar de muitas coisas. Agitações, guitarras distorcidas. Melodias únicas.
Sua infância, sua juventude, sua velhice.
Música. Ela te distrai. Ela te fascina. Ela te conquista. Ela não te decepciona. Na verdade viver sem música seria tão monótono. Não sei como os antigos viviam, sem iPods pra se ouvir enquanto se caminha na rua. Sem aquela seleção de músicas favoritas!
Aquela música que tá te marcando no momento. Aquela música que te lembra aquela ocasião ou aquela pessoa. A daquele show inesquecível. Do namoro antigo.
Antigas músicas. Na infância, xuxas e maras e tvs colosso... Adolescência com os reds hots chilli peppers, os guns n´s roses, os nirvanas e linkin parks da vida. A maturidade com os beatles, chicos buarques, caetanos e queens.
Preconceitos. Na música nós temos, como em muitas outras coisas, enrustidos ou não.
Funk não! Pagode não! Axé (ou micareta pros íntimos) não!
Opa, Bahia! Sua música, diversidade, alegria contagiante! O berço do carnaval.
Terra de Tom Zé, Caetano, Gil, Bethânia... hmm... Asa de Águia, Chiclete com Banana, tchans.
Ao longo da vida a gente descobri vários caminhos. Músicas vão, músicas voltam. Contagiam, lembram!
O cérebro já associa as primeiras notas musicais à sua lembrança mais marcante.
A nostalgia brilha.
Não existe músicas novas e sim músicas que não conhecemos. Quando as conhecemos elas se instalam naquele tempo e, com este passando, não saem mais dele. Estática.
Como uma pintura, uma escultura, uma fotografia. Ela se mexe e te mexe com o tempo. Mas pára e dá lugar a outra. Como as vidas. Porém, imortal.
Materna, eterna, terna...
Sua infância, sua juventude, sua velhice.
Música. Ela te distrai. Ela te fascina. Ela te conquista. Ela não te decepciona. Na verdade viver sem música seria tão monótono. Não sei como os antigos viviam, sem iPods pra se ouvir enquanto se caminha na rua. Sem aquela seleção de músicas favoritas!
Aquela música que tá te marcando no momento. Aquela música que te lembra aquela ocasião ou aquela pessoa. A daquele show inesquecível. Do namoro antigo.
Antigas músicas. Na infância, xuxas e maras e tvs colosso... Adolescência com os reds hots chilli peppers, os guns n´s roses, os nirvanas e linkin parks da vida. A maturidade com os beatles, chicos buarques, caetanos e queens.
Preconceitos. Na música nós temos, como em muitas outras coisas, enrustidos ou não.
Funk não! Pagode não! Axé (ou micareta pros íntimos) não!
Opa, Bahia! Sua música, diversidade, alegria contagiante! O berço do carnaval.
Terra de Tom Zé, Caetano, Gil, Bethânia... hmm... Asa de Águia, Chiclete com Banana, tchans.
Ao longo da vida a gente descobri vários caminhos. Músicas vão, músicas voltam. Contagiam, lembram!
O cérebro já associa as primeiras notas musicais à sua lembrança mais marcante.
A nostalgia brilha.
Não existe músicas novas e sim músicas que não conhecemos. Quando as conhecemos elas se instalam naquele tempo e, com este passando, não saem mais dele. Estática.
Como uma pintura, uma escultura, uma fotografia. Ela se mexe e te mexe com o tempo. Mas pára e dá lugar a outra. Como as vidas. Porém, imortal.
Materna, eterna, terna...


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